Ainda assediado por fiéis fãs Cauby Peixoto, o grande mito da ‘Era do Rádio’ brasileiro, continua na ativa aos 78 anos e semanalmente, nos últimos cinco anos, lotando o Bar Brahma, na esquina da Ipiranga com São João, em São Paulo. O cineasta Nelson Hoineff que já realizou documentários sobre jornalista Paulo Francis e o apresentador Chacrinha, inicia as gravações de documentário sobre o artista denominado Cauby – Começaria tudo outra vez.
Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, que noticia em duas páginas os 60 anos de palco do artista (iniciou na Rádio Tupi, em fevereiro de 1949) Cauby afirma que era melhor que Frank Sinatra e Nat King Cole. Mas, apesar da elevada auto estima reconhece que o seu sucesso se deve mais à publicidade e ao marketing que a seu talento. Inquirido pelo repórter se teria obtido o sucesso que obteve sem o marketing, responde: “Não sei te dizer. Porque há muita gente que não tem talento e tem sucesso. É uma coisa relativa. Mas, graças a Deus, a voz, a maneira de cantar ajudou muito”.
Depois do excelente público alcançado nas apresentações da Orquestra Eleazar de Carvalho no Anfiteatro do Centro Dragão do Mar de arte e Cultura, a presidenta do IACC Maninha Morais e o maestro Marcio Landi reuniram-se para discutir a realização de parceria para a implantação de um programa regular mensal de apresentações da Orquestra no Anfiteatro. As últimas apresentações da Orquestra, com Wagner Tiso e Francis Hime como solistas, realizada em dezembro e janeiro, lotaram os 760 lugares do Anfiteatro.
Jackson do Pandeiro foi o maior ritmista da história da música popular brasileira e, ao lado de Luiz Gonzaga, o responsável pela divulgação nacional de muitos rítmos do povo nordestino, levando a riqueza dos cantadores de feira do Nordeste para o rádio e televisão brasileira. Dono de um recurso vocal único, ele conseguia dividir seus vocais como nenhum outro cantor na música popular brasileira. Grandes nomes da MPB como Gilberto Gil devotam-lhe grande admiração e já gravaram muitos dos seus sucessos.